CâmaraCasimiro de AbreuCidadesDestaquePlantãoPolítica

TRE-RJ confirma cassação de Pedro Gadelha

Por cinco votos a dois, o TRE-RJ confirmou a cassação do vereador Pedro Gadelha, de Casimiro de Abreu. Além da cassação, Pedro Gadelha deverá pagar uma multa de 5 mil UFIRs. Quanto a sua inelegibilidade para eleições futuras será analisado pelo tribunal em novo julgamento. O desembargador Rafael Estrela solicitou que se faça um novo julgamento para analisar a inelegibilidade, apenas se Pedro Gadelha tentar disputar nova eleição. Se o TSU manter o parecer da cassação, Maria de Fátima Pereira Canejo Francisco deverá ser empossada como vereadora. Ela atualmente preside a Fundação de Cultura local.

O caso de Pedro Gadelha começou em 6 de outubro de 2025, com a fiscalização durante o pleito. PMs, fiscais eleitorais encontraram material, dinheiro, celular, moto em poder do principal assessor e coordenador de campanha de Pedro Gadelha.

As provas apresentadas nesse processo foram de, apreensão de R$ 2.400,00 distribuídos em notas de R$ 100 e R$ 50 em poder de Glauco Pereira da Penha, no dia da eleição, quando o mesmo estava na praça central de Casimiro de Abreu. Ainda em seu poder havia uma lista com nomes de eleitores, títulos eleitorais, zonas e seções de votação além de 313 santinhos de Pedro Gadelha.

A apreensão de material e prisão do coordenador de campanha foi feita pela Polícia Militar juntamente com fiscais eleitorais. Glauco foi preso e estava utilizando no local, a moto pertencente a esposa de Pedro Gadelha além de usa-la durante a campanha do candidato. Apurou-se ainda que a lista com os nomes dos eleitores e seus títulos foi elaborada pelo cabo eleitoral identificado apenas como Agnaldo, entregue as vésperas da eleição para Glauco por Patrick Gomes, um dos coordenadores de campanha do vereador.

Outro fator considerado contundente pela procuradora é de que o local de abordagem vincula diretamente ao político pois é seu escritório de advocacia. Glauco foi filmado, fotografado em ação e com o material do crime de compra de voto. Agora, é esperar pela decisão final do TSU sobre a questão.

Imagem Perfil Redação Portal Cidades BR

redação

Jornalista, especializada em economia, petróleo e assessoria de comunicação empresarial e pessoal.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *