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Panetones chegam mais cedo às prateleiras e já viram tendência no varejo supermercadista

O Natal ainda parece distante, mas os panetones já começam a ocupar as gôndolas dos supermercados do Rio de Janeiro. Uma pesquisa realizada pela ASSERJ aponta que a antecipação das vendas, que antes se restringia a outubro e novembro, tem ganhado cada vez mais espaço e se consolida como uma estratégia comum nas principais redes do estado.

No Supermarket Torre, a aposta foi trazer o produto já no fim do inverno. Segundo a diretora de marketing da rede, Brenda Larissa, os panetones já estão ocupando as gôndolas das lojas. “Nas lojas do Torre, o panettone já chegou porque acreditamos que o carioca AMA essa delícia natalina. A antecipação faz todo sentido: nosso cliente precioso pode saborear, meses antes, aquele gostinho único que só o Natal traz e já entrar no clima da época mais aguardada do ano. E os resultados comprovam, a resposta nas vendas tem sido incrível!”, afirmou Brenda.

A estratégia não é isolada. No Supermercados Unidos, o movimento também começou cedo, com destaque até mesmo em encartes promocionais. “Os panetones já estão até no encarte. As indústrias começam a comercialização cedo, tecnicamente em agosto já iniciam”, explicou Cláudio Paz, auxiliar de compras da rede.

Enquanto algumas redes já adiantaram o calendário, outras se preparam para colocar o produto nas gôndolas nas próximas semanas. O Supermarket Floresta, por exemplo, programou sua entrada no mercado para este mês. “Já começaremos a receber na segunda quinzena de setembro”, disse Ronildo Novato, diretor comercial da rede.

As falas dos executivos confirmam um cenário: o panetone deixou de ser um produto restrito a dezembro e vem ganhando espaço como item de consumo no dia a dia. Seja no café da manhã, como sobremesa ou no lanche da tarde, ele já entrou na rotina dos consumidores cariocas, ao mesmo tempo em que reforça, meses antes, o clima de Natal dentro das lojas.

“A antecipação das vendas mostra como o panetone se consolidou como um ícone do Natal, mas também como produto de consumo frequente. É um reflexo da adaptação do varejo às novas tendências e aos hábitos do consumidor”, destaca o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz.

Imagem Perfil Redação Portal Cidades BR

redação

Jornalista, especializada em economia, petróleo e assessoria de comunicação empresarial e pessoal.

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